
Decidi que este vai ser o ano de exterminar todas as minhas dívidas. Começar a poupar. E rumar para a realização de simples desejos que são constantemente adiados devido à bagunça financeira. Para conseguir o feito, pedi ajuda extra e entrei no programa Your Life, do consultor Gustavo Cerbasi.
Depois das etapas cumpridas, comecei a receber as orientações do que seria mais indicado para o meu perfil. E foi aí que tive de pensar na morte. Na minha morte. E o que mais me perturbava é que eu achava que não se deve pensar na sua própria morte, não aos 28 anos de idade!
Mas é preciso. Em alguns casos, assim como o meu. Tive de pensar que se eu morresse hoje – e isso é possível, por mais que eu seja saudável, afinal, fatalidades acontecem – eu deixaria a pessoa que mais amo desamparada.
E por mais que amigos estão aí para isso. E familiares também. Nosso lema sempre foi fazermos o que precisasse, por nós mesmos. E me magoaria muito ver que o meu parceiro de vida, luta e objetivo estaria dependendo dos outros (mesmo que os outros fossem pai e mãe) para seguir adiante.
E foi assim que pensei na minha morte. E imaginei o cenário que se desdobraria. E sofri. E decidi: fiz um seguro de vida! Enquanto ele continua a achar que sou maluca.
Será que eu sou maluca mesmo? Por algum motivo você já pensou na sua morte?