Foto: Jorge Casaissegunda-feira, janeiro 26, 2009
Esperem por mim...
Foto: Jorge Casaisquinta-feira, janeiro 22, 2009
Sessão Pipoca
Ontem foi dia de hambúrguer, salada e balde de pipoca
Todo baseado em músicas dos Beatles, o filme as contextualiza junto ao cenário do que acontecia na década de 60, através da vida de jovens que se cruzam por diversos motivos. Cada uma das músicas escolhidas ajudam a contar a história e os dramas vividos pelos pesonagens. Sutilmente, narra também – porém, de maneira ficcional – o surgimento de Janis Joplin e Jimi Hendrix no mundo musical.
Across the Universe ainda tem a participação especial de Bono Vox, do U2, como o hippie Dr. Robert cantando "I am The Walrus".
Muito, muito bom. Eu recomendo que vocês corram até a locadora e façam uma sessão pipoca, aproveitando este tempo chato que abala a cidade, o campo e a praia.
E você, que filme recomenda?
quarta-feira, janeiro 21, 2009
Simples assim...
Foto: Joaquim MartinsO meu é ganhar o suficiente para não perder o sono com as contas e poder viajar uma vez ao ano. Também é juntar o necessário para comprar o apê que morei em Sampa, comprar o terrenão de frente para o mar que namoro e lá poder construir uma casinha na medida para mim e meu marido, plantar muitas árvores frutíferas, além de alface, tomate, ervas e flores. E passar o resto dos meus dias escrevendo.
E não é que justamente hoje, assim, no fim do dia, topo com o poema delicioso da querida Mari Marinaro, que descreve bem os anseios da minha alma?
Pois bem, divido com vocês toda esta simplicidade e maestria.
Vadiar – Mari Marinaro
Adoraria vadiar para o resto da vida,escrever poemas
e passar tardes comendo pêssego – branco e duro.
E se fosse de calcinha,
ao lado de um alegre homem de cueca,
passaria os dias rindo,
até perder a respiração,
e só me permitiria chorar
se fosse de pura emoção.
E, sempre que chovesse,
me sentaria na varanda
para ouvir a chuva me aconselhar.
Sem pressa, réplica ou apartes,
de posse da sabedoria
que o momento é de me calar.
De deixar o pensamento vagar
sem buscar resposta,
dar paz a mente,
ainda que a ventania bata à porta.
terça-feira, janeiro 20, 2009
Contando

Embora o blog esteja no ar desde 2007, achei interessante saber quantas pessoas passam por aqui. Então, hoje, inaugurei o “contador” de entradas. Como eu não tenho a menor idéia de quanta gente passou por aqui desde o primeiro texto, achei por bem começar do zero. Por isso o contador estará bem baixinho. Mas espero que em breve os números sejam expressivos.
Outro dia, li numa matéria (não lembro ao certo em qual veículo) que estes contadores são uma faca de dois gumes, afinal, da mesma forma que ele pode bombar, marcando muitas entradas, ele pode minguar e deixar o autor infeliz por ter tão poucos leitores.
Mesmo tendo noção do perigo, resolvi encarar o desafio. Mas, sim, realmente, eu espero ver muitos acessos.
E você, tem contado o quê?
segunda-feira, janeiro 19, 2009
Bodas de Açúcar

Sábado foi um dia especial. Completamos 6 anos de casados. E sabe o que é mais bacana disso tudo? Nem percebemos esse tempo passar.
Isso significa que desde o começo nossa relação é tão leve – no sentido de não ser uma obrigação – que o resultado é a soma destes anos sem que eles sejam pesados. Ao mesmo tempo nossa vida é tão intensa, tão cheia de nós, que eu não saberia descrever um momento sequer sem que ele tenha a interferência do meu bem.
Somos capazes de passar o dia inteiro juntos e ainda ter o que conversarmos ao chegar
Ainda sinto frio no estômago toda vez que ele me dá aquele beijo. E quando sinto o perfume que ele deixou no ar, meu coração acelera. E quando ele decide cozinhar, sou capaz de ficar horas observando suas mãos ágeis preparando tudo. E toda a sua sensualidade me arrepia.
Ele implica toda vez que peço massagem no pé, mas nem por isso deixa de fazer. E eu implico toda vez que ele pede para cortar suas unhas do pé, mas nem por isso deixo elas crescerem desenfreadamente. Ele sabe ser ranzinza e egocêntrico. E eu sei ser turrona e intolerante. E assim a gente se ajeita e se entende e se concerta e se aprende e se ama.
Nesse nosso mundo, nos bastamos simplesmente com o nosso amor. Somos amantes, namorados, leais, parceiros, cúmplices na vida que escolhemos para nós. Por isso mesmo somos muito felizes.
E é exatamente por tudo isso e um pouco mais que quero passar o resto dos meus dias ao teu lado. Você esquentando meu pé e eu coçando suas costas. Eu te amo hoje e além, sempre mais.
Fernando Pessoa resume muito bem o nosso viver: "Há tanta suavidade em nada dizer e tudo se entender". Assim somos nós...
sexta-feira, janeiro 16, 2009
Pagando mico

Eu sempre achei muito romântico ver as estrelas num passeio de roda gigante. Pena que, para mim, o romantismo só fique na imaginação. Tenho pavor de altura. Travo. Passo mal.
Domingo passado fomos ao parque de diversões levar a sobrinha de três aninhos para brincar. Maridão, então, me convidou para irmos à roda gigante. O convite foi feito de forma tão meiga e fofa, que eu acreditei que o momento seria perfeito e que eu não temeria nada. Ledo engano.
Na hora de entrar no cestinho, travei. Para não assustar a criança, acabei entrando. Mas fiquei na cena mais ridícula do universo: agarrada ao ferro de sustentação e de olhos fechados. A sobrinha? Ria adoidado. O marido também!
Já que o romantismo tinha ido por água abaixo mesmo, a mim restou lembrar da amiga Milana, que recentemente nos convidou para voar de balão e, desde então, acalento este desejo. E, naquele momento patético, eu só conseguia repetir sem parar: “Desse jeito como vou voar de balão?"
E você, passa ridículo por medo de quê?
Foto: Milana Dan
quinta-feira, janeiro 15, 2009
Abraço apertado
Hoje sonhei contigo. E o abraço apertado que te dei parecia real, pena que você não estava em meus braços. Bateu saudade. Saudade doída. Daquele abraço, daquele sorriso, daquela voz que há um ano não ecoa.
Saudade é a palavra mais linda que existe. E que apenas nós temos. Significa tanto. É tão carregada de sentimento e...vida.
Deixo aqui uma música que não foi feita por mim, nem para mim. Mas que resume exatamente aquele meu dezembro. Feita justamente por uma italiana, cantada em italiano, pelos mesmos motivos e sentimentos. Coisas do destino....
Forse bastava respirare
Solo respirare un pò
Fino a riprendersi a ogni battito
E non cercare l'attimo
Per andar via
Non andare via
Perchè non può essere abitudine
Diciembre senza te
Chi resta qui
Spera l'impossibile
Invece no
Non c'è più tempo per spiegare
Per chiedere se ti avevo datto amore
Io sono qui
E avrei da dire ancora
Ancora
Perchè si spezzano tra i denti
Le cose più importanti
Quelle parole che non usiamo mai
E facio un tuffo nel dolore
Per farle rissalire riportarle qui
Una per una qui
Le senti tu
Pesano e si posano
Per sempre su di noi
E si manchi tu
Io non sò riperterle
E non riesco a dirle più
Invece no
Qui piovono i ricordi
Ed io farei di più
Di ammettere che è tardi
Come vorrei poter parlare
Ancora ancora
Invece no non hopiù tempo per spiegare
E avevo anch'io Io qualcosa da sperare
Davanti a me
Qualcosa da finire insieme a te
Forse mi basta respirare
Solo respirare un pò
Forse è tardi
Forse invece no
quarta-feira, janeiro 14, 2009
Eu trabalho!
O povo acha que só porque eu não bato cartão e moro na praia, todo dia é dia de festa. Que trabalho só o dia que quero, ou que posso pegar no batente em qualquer horário, para lagartear à vontade na praia. Vai ver meu dinheiro também dá em árvore – e em penca!
Só para esclarecer: eu trabalho muito mais do que fulano que bate cartão. Isso mesmo. Às vezes, são mais de 12h diárias enfurnada na mesa com a cara no computador; também costumo me internar com esta maquineta que digita em feriados e finais de semana. Ah! E eu NÃO tenho férias. NUNCA. Sabe por quê? Porque eu só ganho dinheiro se trabalho, afinal, sou dona do meu próprio negócio e isso não significa trabalhar quando e quanto se quer e, ainda sim, o dinheiro bater na porta no final do mês. Aliás, eu não sei o que são férias de 15, 20 ou as maravilhosas de 30 dias desde abril de 2004. Exatamente quando deixei de bater cartão em algum lugar.
Entendeu? Mesmo? Ou quer que eu desenhe?
terça-feira, janeiro 13, 2009
Abaixo à temporada

Eu lembro muito bem da época em que eu esperava ansiosa pelas férias de verão e de inverno. Quando criança, isso era sinônimo de correr para a praia. Depois de crescida, a torcida erra por um feriado prolongado.
Embora o verão seja a época que os comerciantes daqui mais têm chances de faturar alto e garantir o sustento para o restante do ano, esta é uma época em que a cidade fica lotada de gente sem educação.
As ruas não têm semáforos, porque quem mora aqui pára (ai, ai, logo este acento não mais estará por aí!) na faixa de pedestre para as pessoas atravessarem. Mas, durante a temporada, o que mais vemos são pessoas desrespeitando esta cordialidade. As praias ficam sujas e os animais não são respeitados.
Como alguns sabem, tenho muitos bichos. Em casa somos em 10 integrantes: eu, meu marido, sete gatos e uma cachorra. Muita gente pode achar absurdo, mas meus animais são como filhos para mim. O que eu não admito para um ser humano também não admito para um bicho.
E o saldo da sexta-feira passada foi uma corrida emergencial ao veterinário, com minha cachorra convulsionando e um barraco com a vizinha, que peguei no pulo atirando o chinelo no meu gato.
Enquanto as pessoas teimam em não ter educação, eu torço pelo fim das temporadas de férias e os feriados prolongados. Quero paz para mim e para os meus bichos!
quinta-feira, janeiro 08, 2009
Um novo começo
Foto: Fátima SilvaEste ano não vou prometer nada. Não farei listas. Nem promessas. Serei apenas coerente com meus desejos.
E assim seguirei este novo ciclo. Mais leve. Mais fluida. Mais Simples.
quarta-feira, dezembro 17, 2008
Boas lembranças...
Ah, eu ando numa coisa com a música italiana. Não sei se é a época, a saudade, ou a falta dele. Mas sei que os rumos do meu coração podem estar se acalmando.
Ao falar da música de Laura, semana atrás, a Márcia comentou sobre a música “Io Che Amo Solo Te” e isso me trouxe uma lembrança da infância. Enquanto eu lia as escritas de Márcia nos comentários lembrava que eu era alucinada pela música “Dio Come Ti Amo”, acho que associei porque ambas falam de amor.
Quando eu era pequena, fazia meu avô ficar cantando para mim repetidas vezes, enquanto o disco rodava na vitrola. Eu tentava acompanhá-lo no meu italiano enrolado e improvisado e na minha desafinação de criança. Ele se divertia.
O mais reconfortante foi relembrar este momento sem dor, apenas com saudade. Pude sentir como se estivesse novamente vivendo aquele momento. E isso foi mágico, não dolorido.
Vou deixar esta música deliciosa, junto com a minha lembrança, na voz de Gigliola Cinquetti. E você, qual música te traz lembrança boa da infância?
segunda-feira, dezembro 08, 2008
Quando o espelho trai
Foto: Sílvia AntunesNão que eu me ache velha ou coisa do tipo. Longe de mim estes dramas, aliás, acho importante ver a passagem do tempo, acho divino completar mais um ano de vida, sempre.
Mas eu tenho um certo problema de percepção. Eu já havia comentado isso com o marido psicólogo. É que, às vezes, a Luciana que reflete no espelho não é a mesma que habita este corpo. E isso me confunde por vezes.
Tenho a sorte de parecer mais jovem do que sou. Muita gente, quando acaba de me conhecer, jura que tenho 18 anos, quando, na verdade, tenho 28. Isso é bom e costumo brincar com o desconhecido – que se envergonha pelo erro matemático – que não se avexe, porque se ao chegar aos 50 pensarem que tenho 40 será uma economia e tanto em plásticas...rs.
A questão é que, às vezes, eu mesma me assusto. Tem horas que olho no espelho e aquela face não combina com os conhecimentos que adquiri, com as coisas que já vivi, os traumas que superei, as dificuldades que venci. Isso me incomoda.
Quer sair da filosofia e ter exemplos práticos? Pois bem. São 10 anos de jornalismo e tem gente que não acredita. Outro: dou aula em uma universidade e há professores que estranham em me ver na sala dos professores, ou ainda estudantes de outras turmas que me confundem com aluna. E quando o segurança me pára no meio da manobra, no estacionamento dos professores, dizendo que não posso parar ali porque é vaga de docente? Argh! Sem comentários...
Acho bonito o corpo acompanhar a alma, a vida que foi vivida. Isto não significa que serei uma senhora pelancuda, deixo bem claro.
Mas também há os momentos em que, opa, como assim ultrassom de mama? Eu só tenho 20 anos!
sexta-feira, dezembro 05, 2008
Cante, cante...
A música sempre fez parte da minha vida e foi muito freqüente na minha infância. Músicas italianas, nem preciso dizer. Claro que não eram as músicas pop de hoje. Mas, enfim, assim eu me apaixonei por este idioma.
Certa vez, quando fazia faculdade de jornalismo, fui a uma rádio para fazer uma entrevista de estágio. Enquanto a pessoa me apresentava o estúdio, tocava uma música italiana e a locutora soltou a pérola – não no ar, obviamente – “música italiana é por excelência brega”. Nem preciso dizer que o sangue me subiu, mas fiquei quieta, afinal, eu estava em busca de um emprego.
Coisas da vida. Estórias para contar. Brega ou não, o fato é que eu amo música italiana. E, por mais que eu seja louca pelas tradicionais melodias, não consigo deixar de gostar de músicas como Laura Pausini canta. Tudo bem, confesso: a-do-ro Laura...
E justamente esta que deixo aqui para ouvirem no final de semana tem tudo a ver comigo, com a minha alma musical e com a trilha sonora que imagino para os momentos da minha vida.
Porque eu canto, mesmo desafinadamente, canto. Canto alegre e forte, com a voz ao vento e com a alegria “de quem esperará por isto e aquilo que virá”.
E você, o que canta? Bom final de semana!
quarta-feira, dezembro 03, 2008
Um dia meio assim...

Triste como o que não tem serventia,
o ódio cobrindo o dia
e a escuridão a o confortar.
Triste como quem se rende a companhia
do amor que faz chorar.
Triste como o destino traçado,
atrelado a um cenário
onde o esforço não tem lugar.
Triste como algo mal resolvido,
incerto e impreciso
na rotina a torturar.
Mas o mais triste é acreditar na vida,
no amor e na família
e ter de se questionar.
Poema: Conflito, de Mari Marinaro
Projeto Mil Casmurros
"Em particular animou-me a suportar tudo com paciência; no fim de um ano as coisas estariam mudadas, e um ano andava depressa. Não foi ainda a nossa despedida; esta fez-se na véspera, por um modo que pede capítulo especial. O que unicamente digo aqui é que, ao passo que nos prendíamos um ao outro, ela ia prendendo minha mãe, fez-se mais assídua e terna, vivia ao pé dela, com os olhos nela."
Pessoal, este é o Projeto Mil Casmurros, em que você escolhe o trecho do livro, grava e vai disseminando por aí pedaços da narrativa contada por várias pessoas. A dica foi da espertíssima Iêda, do Vida Bailarina.
Eu participei e achei o máximo. Que tal você também participar?
É só acessar o site do projeto Mil Casmurros e seguir as instruções. Mas você precisará de webcam e microfone.
Depois me conta aqui o trecho escolhido que eu vou lá assistir sua interpretação.
O projeto surgiu para divulgar a minisérie Capitu, baseada no livro Dom Casmurro, de Machado de Assis, que será exibida de
sexta-feira, novembro 28, 2008
Vai e volta
Já faz algum tempo que a Coca-Cola decidiu colocar no mercado novamente os vasilhames retornáveis. Assim como no passado, as garrafas são de vidro e de
Porém, faz uns dois meses que descobri no supermercado a Coca-Cola retornável de garrafa pet e de
Mas fiquei muito chateada quando a moça do caixa me contou que a maioria não gostou e não tem aderido. Isso significa que corremos o risco da empresa (Coca) desistir da idéia e tirá-la do mercado.
Eu acho um absurdo. Precisamos produzir menos lixo, minha gente. Agora vou dizer a minha percepção: a culpa é da própria Coca-Cola. Afinal, eu não vi uma ação decente de marketing a respeito. Nem em veículos de comunicação, muito menos no ponto de venda. Eu mesma descobri o produto por acaso.
Como sou adepta da idéia, vou divulgar. Por isso, pessoal, procurem pela Coca retornável de
quinta-feira, novembro 27, 2008
Registrado

Este post era para ter sido escrito na segunda-feira (24/11), em homenagem ao meu avô, que faria 81 anos naquele dia. Mas a correria não me deixou fazer isso. Contentei-me em “bater um papo” com ele, sozinha, em casa (não, eu não sou maluca).
Mas eu queria muito fazer a homenagem que planejei desde o dia em que descobri que ele deixou uma marca no mundo mais ou menos como ele queria. E vou fazer isto agora.
Desde que criaram o “santo” Google, eu – e mais a torcida do Flamengo – tenho mania de colocar meu nome, o de amigos e parentes para ver o que aparece. Há uns meses coloquei o nome do meu avô, Nelson Fuoco, e, para minha surpresa, apareceu um resultado.
O nome dele consta no Dicionário Cravo Albin de Música Popular Brasileira. Quando vi isso, as lágrimas não resistiram. Se eu já tinha orgulho dele, agora eu tinha a felicidade de ver que ele deixou uma marca por estas bandas bem ao seu modo.
Meu avô era cantor. De uma voz belíssima. Era tenor de primeira qualidade. Seu sonho era viver da música, mas, naquela época, nem preciso dizer que seu sonho foi podado. O jeito de se realizar foi participar de corais na igreja e, como bom descendente de italianos, cantarolar Brasil afora músicas italianas em festivais.
Quando ele estava no palco, seu olhar se iluminava. O som que saía de sua boca tinha vida. Nunca vi alguém resistir à sua cantoria. E ele soltava o gogó onde quer que estivesse. Até Tony Angeli tirou o chapéu para ele certa vez e lhe cedeu o microfone. Orgulho.
Embora seu nome conste no dicionário por uma participação que fez em um disco e não exatamente porque estivessem falando dele, não importa: sua existência musical está registrada para sempre.
sexta-feira, novembro 14, 2008
O quê? Parte 2...
Foto: Isidro DiasE eu passo a bola para: Rosane, do Miojo, e Fabi, do Em Cima do Salto. Mas, por favor, não se sintam na obrigação de responder...
Nome: Luciana Maria
Idade: 28
Local de Nascimento: São Paulo/SP
Peso: 42
Altura: 1,52
Apelido de infância: Lu, Luca e Mona
Qual é a sua maior qualidade? Perseverança
Pior defeito? Ingenuidade
Qual é a característica mais importante em um homem? Fidelidade
E em uma mulher? Fidelidade
Qual é a sua idéia de felicidade? Pequenos momentos
E o que seria a maior das tragédias? Não sonhar
Quem você gostaria de ser se não fosse você mesmo? Um gato
E onde gostaria de viver? Eu vivo onde gostaria
Qual é sua cor favorita? Verde
E o seu desenho animado favorito? Pica-pau
Qual o seu escritor favorito? Hum...nunca pensei nisso. Gosto de livros, simples assim!
E seus cantores e/ou grupos musicais? Meu avô Nelson
O que te faz feliz instantaneamente? Jabuticabas
Quais dons você gostaria de possuir? Eternidade
Tem medo da morte? Sim
Quem é seu personagem de ficção favorito? Dr. House
Qual defeito é mais fácil de perdoar? Depende da pessoa, depende do enredo
Qual é o lema de sua vida? Nunca mais ter vergonha ou medo de dizer o quanto gosto de alguém
Qual sua maior extravagância? Acreditar nos meus projetos de vida e de trabalho
Qual sua viagem preferida? Campos do Jordão, em 1996. Fui sozinha, com meu próprio dinheiro e descobri que me dou muito bem comigo mesma.
Se pudesse salvar apenas um objeto de um incêndio, qual seria? O livro de recortes com as reportagens do meu avô Joaquim (ele era jornalista)
Qual é o maior amor de sua vida? Eu
Onde e quando foi mais feliz? Fui muito feliz em muitos lugares, em diversos momentos
Qual é sua ocupação favorita? Contar estórias, em todas as suas forma
Pensa em ter filhos? Sim
Quantos? Dois...
Um animal de estimação: Gato
Uma atividade física: ando em falta...
Esporte: Ginástica Rítmica
Prato que sabe fazer: Strogonoff
Uma comida que gosta: Japonesa
Uma invenção tecnológica sem a qual não vive: rádio
Gasta mais dinheiro com: comida
Uma inabilidade: alturas
O que não faria em nome da vaidade? Qualquer procedimento que se utilize de injeção
Uma mania: tomar Coca-cola no café da manhã
Uma saudade: a voz do meu avô
O primeiro beijo: foi roubado
quinta-feira, novembro 13, 2008
O quê?

Iêda Santos, autora do Vida Bailarina, é uma amiga querida. Mas antes de ser uma amiga foi minha competente professora na faculdade de Jornalismo, que pegou uma turma já começada e fez nosso jornal laboratório acontecer. Guerreira e inteligente faz as capas mais bacanas do pessoal da Universidade São Judas Tadeu.
Desde os idos da faculdade que ela não me passava um dever. Então, é com muita honra, que aceito responder a dois “quizes” que ela me incumbiu.
Mas farei o seguinte: um será postado hoje e o outro amanhã.
E não pense que vocês escaparam dessa, ao final das minhas respostas listarei os meus escolhidos também. E assim vamos nos conhecendo um bocadinho.
Lá vamos nós!
A ÚLTIMA PESSOA COM QUEM FALOU HOJE: até agora, uma das editoras que eu frilo.
A ÚLTIMA COISA QUE FALOU: um beijo!
O ÚLTIMO PENSAMENTO: "vai dar certo"
A ÚLTIMA PESSOA QUE SE RECONCILIOU: comigo mesma
A ÚLTIMA PESSOA COM QUEM BRIGOU: eu nunca brigo!
A ÚLTIMA PESSOA QUE FALOU DE DEUS PRA VOCÊ: minha mãe
O ÚLTIMO LUGAR QUE VOCÊ GOSTARIA DE ESTAR: no trânsito
O ÚLTIMO FILME QUE ASSISTIU: “Medo da Verdade”
O ÚLTIMO LIVRO QUE VOCÊ LEU OU ESTÁ LENDO: “O que a baleia Shamu me ensinou sobre a vida, amor e casamento”, de Amy Sutherland
O ÚLTIMO PRESENTE QUE GANHOU: um biquíni com uma canga
A ÚLTIMA COISA QUE GOSTARIA DE ESTAR FAZENDO: espirrando
O ÚLTIMO TELEFONEMA FEITO OU ATENDIDO NO SEU CELULAR OU TELEFONE: um assessor de imprensa
O ÚLTIMO CONSELHO QUE DEU E PRA QUEM DEU: para uma amiga querida, “procure um psicólogo (e isso não tem nada de louco)”
A ÚLTIMA VEZ QUE CHOROU E PQ: recentemente, por ter confiado em uma pessoa ruim
O QUE FARIA HOJE SE FOSSE SEU ÚLTIMO DIA DE VIDA: comeria jabuticabas!
Agora é a sua vez:
P.S.: Nada de responder por obrigação, pessoal. Faça apenas se a vontade existir. Combinado?
Boas notícias!

Começar o dia com uma notícia boa não só aquece a alma, como também alegra o coração e nos traz coragem para seguir adiante.
Depois de uma longa espera, ontem, meu pai soube do desfecho positivo para ele sobre uma injustiça a que foi submetido. O resultado não só acalmou seu coração – e de toda a família – como também trouxe novos rumos para a sua vida.
Parabéns, pai, pela coragem de seguir adiante. Estamos com você, sempre, para o que der e vier!
Saber que, mesmo que demore, o certo sempre vence nos motiva a acredita que ainda existem pessoas íntegras no universo. Neste momento da minha vida, acreditar neste tipo de resultado também me faz seguir adiante. Porque a verdade sempre vem à tona. E os seres de bem têm a luz garantida para eles.
E, enquanto se espera, os amigos verdadeiros, a família e as pessoas de cárater os apoiam e ficam ao seu lado. Isso, só os corretos têm.
Por isso, de hoje em diante, só quero boas notícias: para mim e para você. Aliás, qual é a sua boa notícia?

